
Na ânsia dos meus desejos
Eu quis matar-te com beijos
E sempre me repudiaste
Dizias a todo o instante
Que eu era aquela ignorante
Não sabes como me amaste
Só para me magoares
Saías, sem me olhares
A assobiar sempre a rir
Chegavas noite fechada
Batias à porta da entrada
Só para eu te a ir abrir
Passaram os dias, os anos
Sem amor, com desenganos
Meu coração a sofrer
Que chego a perguntar
Se eu vou voltar a amar
Se vale a pena viver
Hoje dormes a meu lado
Meu coração está cansado
De tudo o quanto sofri
Queres-me a toda a hora
Mas o meu coração agora
Não quer mais saber de ti.
25 comentários:
Estes desencontros fazem doer...neste desabafo de um coração sofrido!
Um beijo, minha querida.
Graça
Minha querida
como são minhas, suas palavras.
Passaram os dias, os anos
Sem amor, com desenganos
È realidade.
Beijinhos
Sonhadora
Lamentavelmente acabamos por nos rever em algo do que aqui está escrito...e contra factos não há argumentos!!!
Um abraço e um optimo fim de semana,
Maria Lemos
Há momentos em que nos perguntamos, porque aguentamos isto, porque nos fazem sofrer, e nós com tanto amor deixamos...
Mas com o passar do tempo o proprio coração percebe que não vale a pena lutar, pelo que de facto não nos quer....
Saudade
O retrato de uma realidade que nem todos querem ver. A constância da dor cansa e acaba por fazer morrer o amor.
O amor deve ser regado, construído e reconstruído, mas quando é um só que o faz e o outro indiferentemente se sente seguro e se esquece de namorar o tempo encarrega-se de criar o vazio de anos de entrega sem retorno.
Beijinhos
Branca
Olá amiga.
Triste e belo, onde os sentimentos vão ficando fechados, acabando muitas vezes por se extinguirem.
Muitos não sabem ver a diferença, entre amor e possessão, e vêem uma relação como um dado adquirido.
O amor e as flores precisam de ser regados e tratados com carinho, se isso não acontece murcham e acabam por morrer.
Continua amiga, a dar-nos o prazer da tua escrita.
Jinhos grandes e bom fim de semana
Olá
Belo, mas triste poema que infelizmente traduz a realidade de muitas vidas.
Bjs.
Querida rosa
Maravilhoso poema. Onde cada palavra, reflecte o mais profundo sentir que te invade.
Lindo!
Beijinhos
Gil
Todos nós temos essa ansiedade de amor, de desejos e realizações,,,um beijo e uma linda semana pra ti.
O troar do trovão, esta incessante chuva
As estrelas choram todas as mágoas na terra
Onde param os Anjos, porque não nos acodem os Santos
O mal e o bem porfiam esta eterna guerra
As casas do sul ruiram todas
Tal como a esperança desesperada
Toquei no rosto de uma criança triste
Senti uma paz surgir do nada
Mágico beijo
Lindo poema, se for só inspiração está maravilhoso.
Mas se é verdadeiro é preciso grande coragem para deitar tanta mágoa cá para fora.De qualquer modo os meus sinceros parabéns, e um beijinho de luz em seu coração
Minha querida,
Profundo e triste poema!
Infelizmente é a realidade que temos!
Os meus parabéns, ao deixares que as palavras saltem ao vento e o teu coração ficará mais aliviado.
Uma rosa para ti...e um beijo.
Maria
Muito bem
beijocas
beatriz
É sempre agradável reler o que aqui escreve...um abraço para si e um optimo fim de semana,
Maria Lemos
Por vezes, o retorno ao amor é difícil. Há cicatrizes que impedem o seu regresso.
Querida amiga, gostei imenso do poema.
Bom fim de semana.
Beijo.
Querida Rosa alva,
Venho mais uma vez ler o teu poema ...e desejar-te um bom fim de semana.
Beijos fraternos.
Maria Valadas
Rosa branca desmaiada
onde deixas-tes o cheiro
deixei-o na tua cama
debaixo do travesseiro
Rosa branca desmaiada
onde deixas-tes a cor
deixei-a na tua cama
quando fizemos amor
um lindo fim de semana, beijinhos de luz em teu coração.
Olá amiga,muito obrigada por seguir o meu blog.
Gostei do seu,vou seguir.
Um bejinho...MIUÍKA
Adorei o seu lindíssimo poema.
*Na ânsia de satisfazer o desejo meu e o dele, nós sempre vivemos de amor. Ele mereceu e também eu*
FLORBELA
À querida Rosa a minha Florbela
florzinha silvestre
singela e sem nome
à beira da estrada
em descuidados matagais
à vista de todos e qualquer
ao alcance da mão
sem aparentes mistérios
quase sem fragrância
despercebida
talvez a desfolhe algum apaixonado
pra saber se seu bem o quer
ou fique ali relegada
à existência serena
de quebrar o verde
com respingos de branco
em tardes de verão
atraiu-me um dia
a beleza fria da orquídea
segredo envolto em cores plácidas
de flor frágil efêmera e rara
mas já não me cativam
preciosidades de estufa
volto aos campos e caminhos
em busca do encanto
que de tanto ninguém vê
de pétalas ao sol
em sorriso franco
na alegria de ser e não ser mais
que simples flor do campo
Beijos mil************
Obrigada pelas visitas.
Renata
Às vezes bate aquela sensação de que uma outra pessoa está a sugar o melhor de nós. Éramos saudavéis; agora doentes... de amor, dor. Lindo mesmo. Não me pergunte como cheguei aqui, pois nem eu sei dizer...rsrs. Mas achei ótimo tudo que vi aqui, neste doce blog.
Abraço e, se quiser, me faça uma visita.
Bjs,
Vanessa.
Olá Rosa Branca
Venho agradecer a sua visita e gentil comentário,fiquei a conhecer mais um cantinho para eu poder visitar e absorver boa poesia.
Este poema é triste mas em muitos casos a realidade.
Beijinhos e volte sempre.
Savi
Rosa,todos nós temos essa ansiedade de amor, de desejos e realizações.
Amei seu blog, o poema , a
música...Parabéns!
Agradeço sua visita, estou a lhe seguir.
Beijos na alma M@ria
Olá Rosa Branca,
Rosa Branca, Rosa Branca
que pouca sorte essa tua
põe na porta uma tranca
e deixa-o dormir na rua
E quando ele à porta bater
finges que estás a dormir
dor sossegada mulher
deixa-o e não vás abrir
Um beijinho, José
Um mundo cheio de rosas que encanta e deslumbra nosso olhar... Estou apaixonada pelas rosas de seu blog.
Na ANSIA DE MEU DESEJO, quero apenas comtemplar o que é belo.
bjs
andresa
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