sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

EU VOU-TE AMAR DE VERDADE



Quando o Sol se esconder
E a lua não mais brilhar
Ao teu leito, eu vou ter
Quando estiveres a sonhar

Em teu corpo, eu a arder
Na chama, os meus desejos
Numa noite com prazer
E num delirio de beijos

Em sonhos de rubra cor
Em ti eu vou navegar
Na tua fonte de amor
Minha alma vou lavar

Assim ao romper d'aurora
Quando o corpo arrefecer
Esta minha alma já chora
Pelo teu corpo a arder

Mas se eu voltar a nascer
Vou-te procurar p'la cidade
Tuas linhas, eu não vou ler
Cartas, não vou mais escrever
Mas vou-te amar de verdade.

24 comentários:

El ave peregrina disse...

Fermosa entrada Rosa-Branca, onde o amor e paixón rompen na aurora.

Un bico.

Maria Cusca disse...

Lindo!
Mais uma linda inspiração, de romance e delírio.
Gostei muito.
Jinhos e bom fim de semana.

Sonhadora disse...

Minha querida
Lindo poema de amor e desejo, gostei muito.

Assim ao romper d'aurora
Quando o corpo arrefecer
Então a minh' alma chora
Pelo teu corpo a arder

Adorei

beijinhos
Sonhadora

Gil Moura disse...

Belíssimo poema, Rosa

Versos muito bem articulados, onde o amor está latente em cada palavra....

Bom fim de semana!

Beijinhos

Gil

♥*♥(franciete)♥*♥ disse...

Quando nada mais houver
e tudo estar acabado
tu vais sentir meu amor
o quanto tu fostes amado

Minha querida te deixo o meu beijinho de luz
e um voto de feliz fim de semana.

notyet disse...

Permiti-me voejar este espaço na esperança da rosa branca e finalmente são rosa,rosa.
Fui compensado pelo poema e magnifica foto.
Voltarei na busca da rosa branca

TiChA disse...

Eu vou-te amar de verdade...
lindo poema...
E pode haver amor sem ser verdadeiro???


Um beijinho ;)

Canduxa disse...

Não há nada como saber amar incondicionalmente.
Um lindo poema de amor.

beijinhos

Sonia Schmorantz disse...

Linda poesia, tão verdadeira quanto o amor que descreve.
beijos, excelente semana

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

À minha Rosa Branca que Ama de verdade!

São duas flores unidas,

São duas rosas nascidas

Talvez no mesmo arrebol,

Vivendo no mesmo galho,

Da mesma gota de orvalho,

Do mesmo raio de sol.



Unidas, bem como as penas

Das duas asas pequenas

De um passarinho do céu...

Como um casal de rolinhas,

Como a tribo de andorinhas

Da tarde no frouxo véu.



Unidas, bem como os prantos,

Que em parelha descem tantos

Das profundezas do olhar...

Como o suspiro e o desgosto,

Como as covinhas do rosto,

Como as estrelas do mar.



Unidas... Ai quem pudera

Numa eterna primavera

Viver, qual vive esta flor.

Juntar as rosas da vida

Na rama verde e florida,

Na verde rama do amor!



A Duas Flores
Castro Alves*

Beijos linda e querida amiga!
Tudo de bom!
Renata

Gil Moura disse...

Olá, Rosa

Vim aqui reler este lindo poema, e desejar-te uma excelente semana!

Beijinhos

Gil

saudade disse...

Lindo seu poema, quande se ama, so se for de verdade...
Saudade

Mona Lisa disse...

Olá

Belo poema onde o amor e desejo são uma constante.
Adorei!

Bjs.

Maria disse...

Rosa Branca,


Minha rosa preferida, que belo presente recebi ao ler este tão magnifico poema onde abraças o amor e o desejo incondicionalmente.

Soberbo!


Peço desculpa por esta minha ausência, em visitar o seu " espaço", mas, encontrava-me em período de ansiedade ( exames médicos), e não visitar ninguém.

Mas está tudo bem... e aqui estou de volta às lides que tanto amo.

Beijinhos da,
Maria Valadas

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá, belo poema...Espectacular....
Beijos

VANUZA PANTALEÃO disse...

Pela primeira vez aqui...
Amei as rosas e o Poema

Perdoe-me a invasão!
Beijos!

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Olha eu aqui*****

Porque eu tava morrendo de saudade!!!

***
E por falar em saudade onde anda você?

Onde andam seus olhos que a gente não vê

Onde anda esse corpo

Que me deixou louco de tanto prazer

E por falar em beleza onde anda a canção

Que se ouvia na noite dos bares de então

Onde a gente ficava, onde a gente se amava

Em total solidão

Hoje eu saio da noite vazia

Numa boemia sem razão de ser

Na rotina dos bares que apesar dos pesares

Me trazem você

E por falar em paixão, em razão de viver,

Você bem que podia me aparecer

Nesses mesmos lugares, na noite, nos bares

Onde anda você?*


Rosa Linda*
Beijos********

Brancamar disse...

Rosa Branca,

Gostei de te ler nesta poesia de amor.
Deixo beijinhos.
Branca

Andradarte disse...

Estava difícil deixar comentário..
Obrigado por tua visita....belo tema
sempre actual.
Beijo

Gil Moura disse...

Querida amiga

Passo por aqui, para te desejar um excelente fim de semana!

Beijinhos

Gil

Nilson Barcelli disse...

Um poema de mulher apaixonada.
Gostei, querida amiga.
Bom fim de semana.
Um beijo.

Graça disse...

E é tão bom lavar a alma, numa fonte de amor. Gostei muito deste teu poema.


Um beijo de carinho, para a tua semana, querida Rosa.

BlueShell disse...

Singelo e belo esse poema...diz tanto a quem quiser entender. Quando "ate a paixão" a única coisa que parece dar sentido à nossa vida é o AMOR!
Ama , ama intensamente, desgovernadamente, ama no "agora"...que o amanhã a gente desconhece.

Um bj
da Concha
BShell

Gaspar de Jesus disse...

Bom dia ROSA
Obrigado pela genti visita
Votos de uma boa semana
Bjs
G.j.